Inspire-se com… Helen Keller

Vencendo os desafios da cegueira e surdez

Helen Adams Keller (1887)

A vida de Helen Adams Keller, a história de uma criança que aos dezoito meses de idade ficou cega e surda e de sua luta árdua e vitoriosa para se integrar na sociedade, tornando-se além de celebre escritora, filósofa e conferencista, uma personagem famosa pelo trabalho incessante que desenvolveu para o bem estar das pessoas portadoras de deficiências. Ela mesma conta:

“O dia mais importante de toda minha vida foi o da chegada de minha professora Anne Sullivan. Fico profundamente emocionada, quando penso no contraste imensurável das duas vidas que se juntaram. Ela chegou no dia 3 de março do 1887, três meses antes de eu completar 7 anos”
“Belos dias como estes, fazem o coração bater ao compasso de uma música que nenhum silêncio poderá destruir. É maravilhoso ter ouvidos e olhos na alma. Isto completa a glória de viver”.

Sem visão, sem audição

Nasceu em 27 de junho de 1880 em Tuscumbia, Alabama. Helen Keller perdeu subitamente a visão e a audição devido a uma doença que foi diagnosticada naquela época, como febre cerebral, sendo provável que tenha sido escarlatina. Passou Os primeiros anos de sua infância sem orientação adequada que lhe permitisse desenvolver-se aprendendo sobre o mundo ao seu redor.

A chegada da professora

Alguns meses antes de Helen completar 7 anos de idade, Anne Sullivan, uma professora de vinte e um anos, foi morar em sua casa para ensiná-la.
Até a chegada da professora, Helen Keller ainda não falava e não compreendia o significado das coisas.
Anne Sullivan assumiu a tarefa de ensinar Helen e para isso necessitou de muita coragem a persistência. Ela iniciou seu trabalho com Helen utilizando a boneca e tentando relacionar o objeto à palavra atravez da soletração da palavra “BONECA” pelo alfabeto manual. Helen logo aprendeu a repetir as letras correta¬mente, mas não sabia que as palavras significavam coisas. Aprendeu através desse método, um tanto incompreensível para ela, a soletrar, com o uso das mãos, varias palavras.

Finalmente os sinais atingiram a consciência

No dia 5 do abril de 1887 Helen e sua professora estavam no quintal da casa. perto de um poço, bombeando água. A professora Sullivan colocou a mão de Helen na água fria o sobre a outra mão soletrou a palavra “água” primeiro vagarosamente, depois rapidamente.
De repente, os sinais atingiram a consciência de Helen agora com um significado. Ela aprendeu que “água” significava algo frio e fresco que escorria entre suas mãos. A seguir, tocou a terra e pediu o nome daquilo e, a anoitecer já havia relacionado trinta palavras a seus significados.

Quero aprender a falar

Este foi o começo da educação de Helen Keller. Numa sucessão rápida ela aprendeu os alfabetos braille e manual, facilitando assim, sua aprendizagem da escrita e leitura. Em 1890 ela surpreendeu a “Professora” (como chamava à Anne Sullivan) pedindo para aprender a falar. Helen Keller aprendeu a falar aos dez anos. Ao final de minha décima primeira lição, conta Helen, fiz uma surpresa para Annie, puxei-a pelo braço, coloquei a posição da língua e disse claramente:

“EU NÃO SOU MAIS MUDA”
Finalmente, Helen Keller consegue relacionar os sinais do alfabeto com o nome do objeto. Essa é uma cena representada em filme.

 

 

Que este seja também o desejo do nosso coração.
Quero aprender a falar… a falar de Jesus!

 

(Adaptado do Site www.memoriaespiritual.blogspot.com)

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